Rogério Marques
09 maio 2017 - 09:00 | Atualizado em 29 março 2023 - 17:42
Melhor desempenho com menor custo são as cobranças mais comuns aos departamentos de Tecnologia da Informação (TI). Espera-se deles a liderança na inovação para trazer benefícios aos resultados.
Essa é uma tarefa bastante complexa, mas que não é impossível! Listamos algumas dicas que podem ajudá-lo nessa situação. Confira:
É fundamental mostrar aos integrantes do board que as inovações em TI afetam diretamente o negócio. Elas devem deixar de ser vistas como custo e serem encaradas como investimento. Planilhas orçamentárias, demonstrativos de resultado e fluxos de caixas podem ajudar a esclarecer os benefícios que elas trazem à organização de forma global.
É importante que a equipe olhe as demandas diárias sob uma nova perspectiva, com liberdade e autonomia, livre de julgamentos. Esse é um bom começo para tirar o departamento do óbvio.
Equipes multidisciplinares (com programadores, designers, gerentes de projetos e especialistas em marketing digital), em que os profissionais têm competências complementares, são capazes de enxergar soluções para os mesmos problemas de perspectivas diferentes. Isso torna esse ambiente bastante propício à inovação.
Uma dinâmica baseada na confiança e no empoderamento vai tornar a tomada de decisões mais ágil e eficiente. Nesse ambiente, em que o forte é a experimentação, é fundamental ter tolerância a erros para que haja mais espaço para o surgimento de novas soluções.
Engajamento ajuda a potencializar a produtividade e nada melhor do que fazer isso usando a magia dos jogos. A gamificação é uma técnica que troca ações por recompensas (gratificações e bônus, por exemplo) e estimula a motivação dos integrantes da equipe.
Uma ferramenta personalizável, com rastreamento de auditoria, visualização de como cada configuração afeta os itens de configuração do ambiente, interface de integração e funções semelhantes ajuda a aumentar a velocidade no processo de desenvolvimento.
O avanço tecnológico possibilitou o surgimento do home office e ele já é uma realidade para 32,5% da população economicamente ativa no mundo. No Brasil, estima-se que haja 12 milhões de pessoas trabalhando diretamente de suas casas.
Um estudo da Dell em parceria com a Intel mostrou que, entre os brasileiros que trabalham de casa, 49% sentem menos estresse e 54% se consideram mais produtivos. Sem contar os 33% que conseguem dormir mais e os 52% que passam mais tempo com a família. Tudo isso facilita a expressão criativa e a inovação.
A nuvem (cloud computing) já é o centro da vida dos usuários digitais e permite que eles acessem seus documentos de qualquer lugar. No mundo corporativo, a nuvem é bastante útil pois permite, por exemplo, o compartilhamento de arquivos e o trabalho colaborativo.
A combinação entre mobilidade e comunicação unificada pode significar custos menores e maior produtividade, desde que sejam definidas políticas de mobilidade com base em decisões estratégicas de negócios.
É fundamental desenvolver um plano de segurança que englobe todas as dificuldades trazidas pelas inovações e pela descoberta constante de vulnerabilidades. Os firewalls corporativos poderão ser acessados de qualquer lugar e a qualquer momento — o que exige segurança digital além das fronteiras da empresa.
Gostou das dicas deste post? Então compartilhe-o em suas redes sociais e divida essas informações com outras pessoas!